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Segunda, 22 Janeiro 2018

No dia 16 de janeiro de 2018 começa a venda para os dois concertos comemorativos de 10 anos da Filarmônica de Minas Gerais, a serem realizados nos dias 17 de fevereiro (sábado, às 20h30) e 18 de fevereiro (domingo, às 19h), na Sala Minas Gerais.  Sob regência do diretor artístico e regente titular, maestro Fabio Mechetti, a Orquestra interpretará a Nona Sinfonia, de Beethoven, peça também executada em 21 de fevereiro de 2008, no Grande Teatro do Palácio das Artes, quando do início desta reconhecida história de sucesso. A Filarmônica de Minas Gerais se apresentará com grande elenco: Gabriella Pace (soprano), Adriana Clis (contralto), Matheus Pompeu (tenor), Licio Bruno (baixo-barítono), além de dois corais musicais: o Coro da Osesp, com regência de Valentina Peleggi, e o Concentus Musicum de Belo Horizonte, com regência de Iara Fricke Matte. Os ingressos para os concertos de aniversário vão de R$ 50 (inteira) a R$ 150 (inteira).

 

 

 

 

 

PROGRAMA

 

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Concertos de aniversário – 10 anos

 

Dia 17 de fevereiro

Sala Minas Gerais

Horário: 20h30

 

Dia 18 de fevereiro

Sala Minas Gerais

Horário: 19h

 

Fabio Mechetti, regente

Gabriella Pace, soprano

Adriana Clis, contralto

Matheus Pompeu, tenor

Licio Bruno, baixo-barítono

Concentus Musicum de Belo Horizonte

Iara Fricke Matte, regente

Coro da Osesp

Valentina Peleggi, regente

 

SILVA                Hino Nacional Brasileiro

GUARNIERI     Suíte Vila Rica

BEETHOVEN   Sinfonia nº 9 em ré menor, op. 125, “Coral”

 

Venda de ingressos a partir de 16 de janeiro de 2018, na bilheteria e pelo site.

Ingressos: R$ 50 (Balcão Palco), R$ 50 (Mezanino), R$ 90 (Balcão Lateral), R$ 120 (Plateia Central) e R$ 150 (Balcão Principal).

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

 

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.

Aos sábados, das 12h às 18h.

Em sábados de concerto, das 12h às 21h.

Em domingos de concerto, das 9h às 13h.

A Ospa Jovem - Orquestra Sinfônica do Conservatório Pablo Komlós / Escola de Música da Ospa finaliza as suas atividades de 2017 com uma apresentação especial no Theatro São Pedro. No dia 10 de dezembro, domingo, às 17h, a sinfônica interpreta composições do repertório tradicional da música de concerto, incluindo o famoso “Bolero” de Ravel, além de obras brasileiras contemporâneas e trilhas de filmes como “Star Wars”. Quem rege o grupo orquestral, formado por alunos da instituição, é o maestro Arthur Barbosa. O Coro Jovem da Escola, sob regência de Cosmas Grieneisen, participa da exibição. A entrada é gratuita mediante retirada prévia de senhas.


Retirada de senhas: na bilheteria do Theatro, a partir da quarta-feira, dia 6/12.
Funcionamento da bilheteria: de segunda a sexta-feira, das 13h às 21h (quando não há espetáculos noturnos, das 13h às 18h30); nos sábados, das 15h às 21h, e domingos, das 15h às 18h.


 

 

Sobre o programa


Na ocasião, os jovens músicos serão mais uma vez desafiados a executar composições em formato original, com o mesmo nível de dificuldade que, muitas vezes, os músicos profissionais da Ospa enfrentam ao vivo. O concerto inicia com a participação do Coro Jovem, que acompanha a Ospa Jovem em duas obras consagradas do Barroco: “Glória” e "Cum Sancto Spiritu”, de Antonio Vivaldi (1678 - 1741). Depois, os cantores ainda apresentam "Baião de 4 Toques", de Luiz Tatit (1951 - ) e Zé Miguel (1962 -), e "Look at the World" do compositor britânico John Rutter (1945 - ).


Na segunda parte do evento, o grupo orquestral interpreta uma sequência de grandes obras do repertório tradicional da música de concerto: o Tema de Abertura de "Assim Falou Zaratustra" de Richard Strauss (1864 - 1949) e "Orfeu no Inferno" de Jacques Offenbach (1819 - 1880), além de "Farandole" de Georges Bizet (1838 - 1875), trecho da música da peça “L’Arlesienne”, e o famoso “Bolero” de Maurice Ravel (1875 - 1937). O programa também destaca a música de cinema com a "Suite Star Wars", de John Williams (1932 - ), trilha do filme “Guerra nas Estrelas”.

 

Os ritmos brasileiros não ficam de fora da apresentação, e estão representados nas composições "Samba de Uma Nota Só" de Tom Jobim (1927 - 1994) e "Frevo" de Duda do Recife (1935 - ). Para finalizar a noite, os instrumentistas brindam o público com "Broadway Tonight”, compilação de temas da Broadway arranjada por Bruce Chase.
 
 

Sobre a Ospa Jovem
 
 
O grupo é regido pelo maestro Arthur Barbosa e tem como diretor artístico Evandro Matté. Formada principalmente por alunos da Escola, a orquestra é parte essencial da formação musical oferecida pela instituição. É na orquestra que os alunos têm contato com o repertório orquestral, o que é fundamental para a sua profissionalização na área da música de concerto.


A Ospa Jovem vem realizando uma série de concertos anualmente, cumprindo também importante papel social ao realizar apresentações gratuitas em teatros, museus, hospitais, igrejas e outras instituições.


Sobre a Escola de Música da Ospa
 

Fundado em 3 de março de 1972, o Conservatório Pablo Komlós, cujo atual diretor é Diego Grendene de Souza, é referência de qualidade no ensino musical no Rio Grande do Sul. A escola é gratuita e tem como público-alvo crianças e jovens de 8 a 25 anos. Trata-se da única instituição de ensino voltada para a formação de músicos de orquestra no Estado, oferecendo a estudantes a oportunidade de profissionalização na área, mantém projetos de inserção social como o “Escola da Ospa na Comunidade”, que leva recitais de grupos de alunos em lugares como hospitais, escolas, lares de idosos e praças, e o “Recitais na Biblioteca”, em parceria com a Biblioteca Pública do Estado.


Arthur Barbosa (regente)
 
 
Arthur Barbosa é compositor, regente, violinista e arranjador. Integra a Ospa desde 1998. Iniciou seus estudos de violino com Alberto Jaffé e foi aluno de Rafael Garcia e Yerko Tabilo. Como violinista, possui uma vasta experiência orquestral, inclusive como spalla, tendo tocado em mais de dez orquestras profissionais como a Sinfônica da Paraíba, a Municipal de Campinas, a Filarmônica de Santiago (Chile) e a de San Luis (Argentina). Em 1999, começou a estudar regência. Como maestro, é frequentemente convidado de orquestras no Brasil, nos Estados Unidos e Europa. Desde fevereiro de 2012, é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Eleazar de Carvalho em Fortaleza (CE) e, desde março de 2014, é regente da Ospa Jovem – Orquestra Sinfônica da Escola de Música da Ospa. É também um dos fundadores e principal regente do projeto “Terra Symphony Orchestra” em Nova York. Desde 2013 atua como regente naquela cidade. Entre 2015 e 2016, foi membro da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura do Brasil.

 
A Ospa é uma das fundações vinculadas à Secretaria da Cultura do Governo do Rio Grande do Sul (Sedac/RS). Os concertos da temporada 2017 são patrocinados, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, por Banrisul e Corsan. Apoio: Ipiranga, Thyssenkrupp, Ventos do Sul e Audio Porto. A realização é de Ospa, Fundação Cultural Pablo Komlós e Sedactel/RS.
 
 
 
Concerto da Ospa Jovem
 
 
Quando: 10 de dezembro de 2017, domingo, às 17h
Onde: Theatro São Pedro (Praça Mal. Deodoro, s/n – Centro, Porto Alegre)
 
 
ENTRADA FRANCA
Retirada de senhas: na bilheteria do Theatro, a partir da quarta-feira, dia 6.
Funcionamento da bilheteria: de segunda a sexta-feira, das 13h às 21h (quando não há espetáculos noturnos, das 13h às 18h30); nos sábados, das 15h às 21h, e domingos, das 15h às 18h.
 
 
PROGRAMA
Antonio Vivaldi: “Glória”
Antonio Vivaldi: "Cum Sancto Spiritu”
Luiz Tatit e Zé Miguel: "Baião de 4 Toques"
John Rutter: "Look at the World"
Richard Strauss: "Assim Falou Zaratustra" (Tema de Abertura)
Georges Bizet: "Farandole"
Jacques Offenbach: "Abertura Orfeu no Inferno" (Can-Can)
Maurice Ravel: "Bolero"
John Williams: "Suite Star Wars" (Tema da Princesa Léa e Marcha Imperial)
Tom Jobim: "Samba de Uma Nota Só". (Arranjo: Arthur Barbosa)
Duda do Recife: "Frevo"
Broadway Tonight (compilação de temas da Broadway). (Arranjo: Bruce Chase)
 
 
Regente: Arthur Barbosa
Participação: Coro Jovem da Escola de Música da Ospa

A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo em apresentações nos dias 30 de novembro, 01 e 02 de dezembro na Sala São Paulo. Regência do maestro Isaac Karabtchevsky e o solista Sérgio Tiempo, piano.

 

Em comunicado oficial a OSESP explica a alteração do solista: Por motivos de saúde, o pianista Boris Berezovsky não poderá se se apresentar com a Osesp nos concertos dos dias 30 de novembro e 1º e 2 de dezembro. O programa, que será regido por Isaac Karabtchevsky, permanece inalterado, contando com o solista Sergio Tiempo no "Concerto nº 1 Para Piano", de Tchaikovsky.

 

 

Isaac Karabtchevsky

 

No início de 2011, Karabtchevsky recebeu o convite para dirigir a Sinfônica de Heliópolis, a maior comunidade carente de São Paulo, assumindo paralelamente a direção artística do Instituto Baccarelli. Foi convidado pela OSESP para a gravação integral das sinfonias de Villa-Lobos, com realização entre 2011 e 2016. Este projeto é resultado de um profundo trabalho de reconstituição das partituras e do resgate de uma importante e esquecida vertente da produção do compositor. Foi diretor Musical do Theatro Municipal de São Paulo e da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. (Fonte: site Isaac Karabtchevsky)

 

 

Serviço

 

Local: Sala São Paulo

 

Datas:  30 de novembro às 21:00h

            01 de dezembro às 21:00h

            02 de dezembro às 16:30h

 

 

Programa

 

Pyotr I. TCHAIKOVSKY
Concerto nº 1 Para Piano em Si Bemol Menor, Op.23
Sinfonia nº 5 em Mi Menor, Op.64
 
 
Compra de ingressos, clique aqui
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: OSESP

A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) coloca Osório na rota de sua Série Interior de concertos na ocasião do aniversário de 160 anos do município. No dia 2 de dezembro, sábado, às 20h, os músicos interpretam obras de compositores como Verdi, Piazzolla, Mozart e Camargo Guarnieri, além de trilhas de filmes, ao ar livre, no Complexo Eólico de Osório (RST 101, km 4,5). A soprano Raquel Fortes é a solista da exibição comemorativa. Já a regência fica a cargo do maestro Evandro Matté, diretor artístico da sinfônica. O evento, patrocinado pela Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), tem entrada franca e acontece no espaço em frente ao Parque de Rodeios Jorge Dariva, onde haverá estacionamento para o público.

A Ventos do Sul Energia é apoiadora da Temporada 2017 da Ospa.

Sobre o programa


A noite começa com a trilha do famoso musical “West Side Story”, conhecido como “Amor, Sublime Amor”, do compositor norte-americano Leonard Bernstein (1918-1990). Depois, a Ospa presta homenagem à música de ópera e dança. São interpretados dois trechos de óperas de Giuseppe Verdi (1813-1901): a abertura da ópera “Nabucco”, e “Caro Nome” de “Rigoletto”, com os solos da soprano Raquel Fortes. Na sequência, a sinfônica apresenta "Vozes da Primavera", valsa de Strauss II (1825-1899). Raquel retorna ao palco para cantar a consagrada ária “A Rainha da Noite” de “A Flauta Mágica”, ópera de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791). A “Dança Eslava nº 8” do checo Antonín Dvorák (1841-1904) é a seguinte do programa.

Passando da tradição europeia para a música latino-americana, a orquestra dá continuidade ao concerto com a “Dança Brasileira n. 1” de Camargo Guarnieri (1907-1993). A expressividade portenha ganha vida com “Libertango”, de Astor Piazzolla (1921-1992). Por fim, contemplando os fãs da sétima arte, o repertório destaca populares trilhas de cinema: "O Poderoso Chefão", de Nino Rota (1911-1979), e "Piratas do Caribe", de Klaws Badelt (1967-). Como não poderia deixar de ser nesta época do ano, a apresentação encerra com a canção natalina “Ó Noite Santa” de Adolph Adam, com a soprano Raquel Fortes de volta ao palco.

Mais sobre Evandro Matté (regente)
É diretor artístico e maestro da Ospa e da Orquestra Unisinos Anchieta, e diretor artístico do Festival Internacional SESC de Música, que acontece em Pelotas. Trompetista da Ospa desde 1990, é também coordenador cultural da UNISINOS. Esteve à frente de orquestras do Uruguai, Argentina, China, República Checa e Alemanha. É coordenador do projeto social Vida com Arte, que atende 250 crianças, proporcionando inclusão social através da música.

Mais sobre Raquel Fortes (Solista – soprano)
A soprano Raquel Fortes é bacharel em Canto Lírico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 2015, integrou a classe de jovens cantores do primeiro Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo, onde trabalhou e apresentou Primeira Dama e Rainha da Noite da ópera "A Flauta Magica" de Mozart. Foi convidada a participar da 5ª edição da competição internacional Marcello Giordanni, na Itália, chegando à semifinal. Na UFRGS, fez parte dos elencos das óperas “Dido e Enéias” e “Orfeu”. Apresenta-se com as principais orquestras do estado.  Atualmente, tem como orientador vocal o tenor Flávio Leite, além de participar de masterclasses com profissionais de carreira nacional e internacional.

Sobre a Fundação Ospa


A Fundação Orquestra Sinfônica de Porto Alegre é um complexo musical-educativo que, desde 1950, realiza um trabalho de difusão da música orquestral e formação de plateias no Rio Grande do Sul. Vinculada à Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, mantém a orquestra, um coro sinfônico e uma escola de música.

A Ospa possui uma extensa agenda de concertos em todo o Estado, atingindo um público abrangente e diversificado. Orquestra mais antiga do país em atividades ininterruptas, sua programação é constituída pelas séries Theatro São Pedro, UFRGS, Igrejas, Araújo Vianna, Interior, Música no Museu, Didáticos, Ospa Jovem e concertos especiais.

Mais informações em www.ospa.org.br.

 
Concerto da Ospa em Osório | Série Interior
Homenagem ao aniversário de 160 anos do município
 
Quando: Dia 2 de dezembro de 2017, sábado
Horário: 20h
Local: Complexo Eólico de Osório (RST 101, km 4,5, Osório) – Estacionamento no Parque de Rodeios Jorge Dariva
 
ENTRADA FRANCA
 
PROGRAMA
Leonard Bernstein: West Side Story
Giuseppe Verdi: Abertura da ópera “Nabucco”
Giuseppe Verdi: “Caro Nome” da ópera “Rigoletto”
Johann Strauss II: Vozes da Primavera
Wolfgang Amadeus Mozart: “A Rainha da Noite” da ópera “A Flauta Mágica”
Antonín Dvorák: Dança Eslava nº 8
Mozart Camargo Guarnieri: Dança Brasileira n. 1
Astor Piazzolla: Libertango
Nino Rota: O Poderoso Chefão
Klaws Badelt: Piratas do Caribe
Adolph Adam: Ó Noite Santa
 
Regente: Evandro Matté
Solista: Raquel Fortes (soprano)
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Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, na Sala Minas Gerais, às 20h30, o pianista Paulo Álvares interpreta a obra O livro dos seres imaginários, de autoria de seu irmão, Eduardo Álvares (1959-2013), compositor mineiro de vasta produção e forte atividade na música contemporânea brasileira. Com regência do maestro Fabio Mechetti, a Orquestra interpreta ainda a peça A Sudden Rainbow, do norte-americano Joseph Schwantner, e encerra a noite com a Quarta Sinfonia de Tchaikovsky.

 

Na série de palestras sobre obras, compositores e solistas que a Filarmônica promove antes das apresentações, das 19h30 às 20h, o palestrante das duas noites será o percussionista da Filarmônica de Minas Gerais e curador dos Concertos Comentados, Werner Silveira. As palestras são gravadas em áudio e ficam disponíveis no site da Orquestra.

 

 

O repertório

 

Joseph Schwantner (Chicago, Estados Unidos, 1943) e a obra A Sudden Rainbow (1986)

 

Em 1982, a fim de reaproximar compositores, orquestras e público norte-americano, o programa Meet the Composer [Conheça o Compositor] selecionou cinco importantes nomes para dois anos de residência em cinco das maiores orquestras dos EUA. Assim, Joseph Schwantner iniciou sua colaboração com a St. Louis Symphony, para a qual escreveu A Sudden Rainbow [Um arco-íris súbito]. Estreada em 1986, a obra foi indicada no ano seguinte ao Grammy de Melhor Composição de Música Clássica Contemporânea e recebeu o terceiro prêmio no Kennedy Center Friedheim Award. A Sudden Rainbow oferece aos ouvidos um equivalente daquilo que o arco-íris traz aos olhos. Descrito pelo compositor como um fenômeno ofuscante, de beleza luminosa e prismática, o “arco-íris contém as cores puras do espectro visual em faixas consecutivas e é formado no céu pela refração, reflexão e dispersão dos raios do sol na chuva ou na neblina”. Analogamente, a música, escrita de forma simétrica, “frequentemente se desdobra em camadas estratificadas de cores orquestrais”, modeladas “pelo equilíbrio de forças tímbricas e espaciais em jogo na obra”.

 

 

Eduardo Álvares (Uberlândia, Brasil, 1959 – Belo Horizonte, Brasil, 2013) e a obra O livro dos seres imaginários (2006)

 

A música fixou-se logo como a forma preferida de expressão do mineiro Eduardo Álvares, bem como o fio condutor de uma proposta estética que tem origem nas artes plásticas e estende-se ao universo da dança, teatro, cinema e literatura. Sua vasta produção musical agrupa-se em três períodos. A fase de formação e de experimentação reúne obras de orientação surrealista e dramática, frutos da acumulação do trabalho com massas sonoras e harmonias dissonantes, linguagem serialista e espetáculos cênico-musicais. A segunda fase estende-se de 2001 a 2007, período no qual o compositor reorientou sua produção em direção a um pós-tonalismo mais convencional. A última fase retoma elementos da primeira, de caráter experimental, e assimila elementos musicais mais ásperos, dissonantes e dramáticos. A obra O livro dos seres imaginários foi inspirada no livro homônimo de Jorge Luis Borges. Trata-se de uma homenagem à música latino-americana primitivista de Villa-Lobos e Revueltas e sinaliza o fim do segundo período composicional de Álvares. Escrito em quatro movimentos, o concerto joga com desníveis de linguagem e rejeita o “nacionalismo melódico e sentimental” em favor de uma força selvagem, percussiva e não europeia. Nas palavras de seu dedicatário e intérprete, Paulo Álvares, irmão de Eduardo, O livro dos seres imaginários “retrata o universo poético de Borges em toda sua estranheza, sua violência atávica e magmática, seu primitivismo moderno revisitado e sua aureolada matéria sonora em fusão”.

 

 

Piotr Ilitch Tchaikovsky (Votkinsk, Rússia, 1840 – São Petersburgo, Rússia, 1893) e a obra Sinfonia nº 4 em fá menor, op. 36 (1877/1878)

 

A composição da Sinfonia nº 4 está intimamente ligada ao aparecimento de Nadezhda von Meck na vida de Tchaikovsky. Musicista amadora e excelente administradora, mantinha um grupo de artistas à sua disposição. Em 1876 encomendou a Tchaikovsky uma peça para violino e piano. Nascia aí um amor platônico e obsessivo e um caso duradouro de mecenato. Madame von Meck depositava mensalmente uma soma considerável de rublos para o compositor, destinada a liberá-lo de dar aulas para sobreviver, dedicando-se inteiramente à composição e às viagens. Os dois trocaram mais de mil cartas, e a única imposição feita por von Meck foi a de que nunca se encontrassem pessoalmente. Os primeiros esboços da Quarta Sinfonia datam de fevereiro de 1877. Na época, além de ocupado com a composição da ópera Eugene Onegin, Tchaikovsky embarcara em um casamento desastrado com sua antiga aluna Antonina Miliukova. A orquestração dos três primeiros movimentos foi concluída em Veneza, no mesmo ano. A conclusão de seu amado opus 36 viria no dia 7 de janeiro de 1878, em San Remo. Considerada pelo compositor como uma de suas melhores obras, a Sinfonia nº 4 foi naturalmente dedicada a Mme. von Meck.

 

 

Paulo Álvares, piano

 

Professor de música de câmara contemporânea e improvisação na Escola de Música de Colônia e fundador do Ensemble for Aleatoric Music, Paulo Álvares é requisitado como pianista solo e camerista, particularmente em música contemporânea. Mineiro, nascido em 1960 e formado pela USP, estudou nos Estados Unidos com Caio Pagano e Steven De Groote, recebendo seu título de Mestre pela Universidade Cristã do Texas. Frequentou, com bolsa do DAAD – Intercâmbio Acadêmico Alemão –, a Escola Superior de Música de Colônia, onde aperfeiçoou-se com Aloys Kontarsky e Hans Ulrich Humpert. Recebeu o Prêmio de Música Kranichstein no Darmstadt New Music Courses. Eduardo trabalhou com regentes e compositores como Mauricio Kagel, Helmut Lachenmann, Luciano Berio, Earle Brown, Tristan Murail, Emmanuel Nunes, Péter Eötvös, Dieter Schnebel e Gerhard Stäbler. Colaborou ainda com as orquestras Sinfônica de WDR, Sinfônica de Gürzenich, Sinfônica Bochumer e também com diversos grupos de música nova.

 

 

SERVIÇO

 

Série Presto

30 de novembro – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Série Veloce

1º de dezembro – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Fabio Mechetti, regente

Paulo Álvares, piano

 

SCHWANTNER            A Sudden Rainbow

E. ÁLVARES                O livro dos seres imaginários

TCHAIKOVSKY            Sinfonia nº 4 em fá menor, op. 36

 

Ingressos: R$ 40 (Balcão Palco e Coro), R$ 50 (Mezanino), R$ 62 (Balcão Lateral), R$ 85 (Plateia Central) e R$ 105 (Balcão Principal).

 

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

 

Funcionamento da bilheteria:

Sala Minas Gerais – Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Bairro Barro Preto

De terça-feira a sexta-feira, das 12h às 21h.

Aos sábados, das 12h às 18h.

Em sábados de concerto, das 12h às 21h.

Em domingos de concerto, das 9h às 13h.

 
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